terça-feira, 24 de julho de 2012

HTML 5: Passado, Presente e Futuro

Há dois anos, lembro que haviam dois caminhos para os produtos baseados em Rich Internet Applications. 

De um lado, os novos dispositivos mobile da Apple. Do outro, o tradicional PC com a internet que todo mundo se acostumou a usar. 

A proposta da Microsoft: Silverlight. Algo parecido com o moribundo Adobe Flash que, teoricamente, facilitaria a vida do desenvolvedor de softwares: casando as linguagens das aplicações desktops com as aplicações para internet. 

Já o HTML 5, baseado no tradicional, simples e bom HTML de sempre, com algumas novidades era uma segunda possibilidade.

Todo mundo torceu o nariz para o HTML 5. Exceto o tio Steve. 

Todo mundo torceu o nariz para o tio Steve. E, de novo, ele tinha razão. 

O HTML 5 cresceu. O Silverlight foi estacionado pela própria Microsoft. E os dispositivos mobile já assumiram que o Flash não é mesmo a melhor opção para um futuro mobile, simples e minimalista.

Entenda tudo neste ótimo infográfico: 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Faça dos Incêndios pequenas fogueiras




Desde que eu me conheço por profissional, a história se repete, se repete, over and over again:
Existem prioridades que deixam de ser prioridades quando surgem incêndios. Ou talvez seja porque, no fundo, as prioridades nunca foram tratadas como prioridades da maneira correta e todas as atividades se tornam incêndios, sem prioridade alguma.

Chamo de incêndio aquela situação onde algo considerado inesperado acontece. Incluo aí também o curioso inesperado que vem acontecendo há uma década, 10 meses ou a cada 10 dias, sempre pelo mesmo motivo, da mesma maneira, e nunca é sanado de vez.

E os culpados?

Ora, vai dizer que você não sabe? O estagiário, poxa, óbvio. 

Ah, o quê? É claro que é o rapaz novo bagunçando tudo. 

Oxe, é algum idiota tentando mudar as regras da empresa e deu tudo errado, agora corre consertar.

Claro que ninguém lembra que a tal falta de tempo vem dos milhares de incêndios que estouram o tempo todo.

Que o estagiário erra porque não existe padrão. 

Que o rapaz novo tentou realmente consertar porque está um boné velho tudo isso aí.

Um ciclo interminável, cansativo e sabotador. Responsável pela frase “mato um leão por dia”. Por que matar um leão por dia se você pode ser mais esperto e criar prioridades?

Bugs num sistema, máquinas que param de funcionar corretamente, algo que foi entregue a um fornecedor indevidamente, ou algum folheto impresso que saiu com erros de digitação e só foram notar quando abriram o primeiro pacote no stand de um evento importante, na frente de um provável futuro cliente.

Adversidades do cotidiano? Não acredito nisso.

Agora atenção. Prepare-se. Direi algo polêmico! Se não está preparado para isso, sugiro mudar de canal, digo, de blog ou tapar os olhos e continuar rolando o mouse até passar:

 O problema está em você!

Ai meu pai, 'ferrô'! 

Os incêndios têm sua maior causa na mentalidade Go Horse. Para saber mais sobre ela, leia este artigo.

A mentalidade Go Horse consiste em fazer tudo o mais rápido possível para atender única e exclusivamente prazos, em detrimento da qualidade.

O Go Horse também traz um agravante. O pensamento de que análises e processos são coisas chatas, monótonas e acadêmicas cujas quais vemos apenas nas universidades para enchimento de linguiças e nunca mais.

Como toda teoria, análises e processos, na prática, são diferentes do que os ensinados nas universidades. É preciso realizá-los com muito mais velocidade e menos formalidades, o que acaba se tornando uma espécie de comportamento individual. Faz mais parte das precauções do profissional do que procedimentos internos da equipe.

Mas análises na prática não servem apenas para formalizar bonito o que está sendo desenvolvido. Servem para antecipar problemas e medir se os leões que você mta todos os dias estão bem mortos de morte morrida de verdade.

80% dos problemas que surgem num projeto são muito similares e têm praticamente as mesmas origens. Essas características os tornam bastante controláveis.

E o que os controlará serão os processos que, por sua vez, precisam ser bem definidos. Nossa! Justamente o que é mais negligenciado! Olha só que coisa, não?

Criar processos é relativamente fácil. Não, eu não digo isso apenas para incentivá-lo.

Com base na sua observação, você os definirá de acordo com as rotinas que presencia.

É por isso que é importante sair da sala com ar condicionado e ir até o cliente de vez em quando, abrir um espaço para sugestões e comunicação direta com a diretoria, passar alguns dias em diferentes departamentos, essas coisas assim, sabe, que parecem besteiras de gente louca? Então.

Criando processos de forma simples

Predeterminar opções, ações, problemas é como fazer fluxogramas.
Imagine um fluxograma para todos os processos internos. 

Coloque nesse fluxograma o que acontece na rotina de cada departamento. Coloque também nesse fluxograma as resoluções desses problemas. Aja de acordo com esse fluxograma.

É praticamente isso. Simples e funcional.

Emoções podem se tornar distrações

Geralmente um incêndio vem acompanhado de alguém com os olhos esbugalhados, suando, se atropelando e engolindo palavras que, agindo pela emoção do momento, piora a situação ao invés de ajudar.

As situações são inúmeras, algumas tristes, outras até engraçadas e, a grande maioria, ridiculamente desnecessária por se tratar de algo que poderia ser evitado se existisse um processo definido, o mínimo de análise e menos ansiedade.

A sugestão é essa mesma que o subtítulo acima sugere. Ignore o que você sente.

Elimine as emoções do seu fluxograma e siga-o a risca. As emoções são armadilhas nas quais caímos sem perceber. Quando nos damos conta, estamos lá, ansiosos, pressionando alguém no trânsito ou competindo por um lugar na fila do supermercado.

Por mais competitivo que a sociedade o ensinou a ser, por mais que o mercado seja agressivo, você precisa estar em paz por dentro. Caso contrário, a coisa toda não sai e você ganha uma pressão alta para tornar a vida mais divertida, afinal tudo que é muito igual é chato, certo?

Faça um checklist

Sendo assim, o que sugiro para transformar incêndios em pequenas fogueiras, de uma vez por todas é:

1. Crie processos;

2. Analise o incêndio antes de remediar a qualquer custo. Se ele fizer parte do aglomerado de problemas que são esperados dentro do seu processo, siga o procedimento que você estabeleceu;

3. Se o problema for novo, acalme-se. Ele pode ser parecido com os preblemas que já são esperados dentro do seu processo. Por mais que ele seja cabeludo, ele pode ser mais comum do que parece;

4. Reveja seu processo e inclua a solução para o novo problema dentro dos problemas esperados.

Controlar e até eliminar incêndios é simplificar. E simplificar consiste em facilitar para o seu lado e eliminar preconceitos em fazer algo que pareça bobo, óbvio ou fácil demais.

Porque de bobo, já basta ter que correr pra todo o lado tentando resolver algo que já foi resolvido inúmeras vezes.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Instagram: 1 bilhão de dólares em menos de 2 anos


Co-fundada pelo brasileiro conhecido como Mike Krieger, na Califórnia, o Instagram é minimalista.  

Conhecida como “rede social dos fotógrafos”, começou restrita aos usuários de iPhone no segundo semestre de 2010.

Foi originalmente desenvolvido com foco nas imagens feitas com a câmera do seu aparelho, ali, naquele instante em que você se prepara para comer um prato exótico ou simplesmente porque o dia fechou com um bonito por do sol depois de uma chuva rápida. 

Certo e daí?

Bem, e daí que recentemente o Instagram foi vendido para o Facebook em 2012 por aproximadamente 1 bilhão de dólares.

E isso aconteceu em pouco menos de 2 anos desde o seu lançamento. 

Teoricamente impossível, segundo teorias de administração, que pregam a ideia de que um negócio leva de 2 a 5 anos para começar a dar algum retorno.

O Instagram foi lançado em novembro de 2010. 

Não pode ser. Aí tem coisa. Bem, tem mesmo.

Tem algo chamado tecnologia, simplicidade e nicho específico.

A estratégia é tão simples e evidente que fica difícil entender como tudo aconteceu tão rápido.

O que eles fizeram, afinal?

Praticamente focaram num nicho do qual muitos desprezaram: Câmeras de smartphones de 3 megapixels, no máximo.

Algo direcionado a fotografia amadora. Talvez um pouco de Lomografia. 

"Que lixo, não vai pegar. É específico demais" diria você. 

"Legalzinho, mas câmera de smartphone é muito fraca. Nâo vejo muito sentido em aplicar efeitos em fotos com baixa resolução."

Bem, entendo, mas acredito que a coisa não seja tão técnica assim.

Existe algo em todo ser humano que está diretamente ligado ao seu desejo de aceitação perante outras pessoas que, por sua vez, está diretamente ligado à sua necessidade de exposição, que, por sua vez está diretamente ligada à vida solitária e frenética das grandes e, hoje, das cidades não tão grandes assim.

As pessoas levam uma vida tão agitada e descartável que o prático, fácil, traz satisfação momentânea e afaga a carência afetiva acaba se tornando bastante aceito.

Foi o que aconteceu com o Facebook. E o que acontece com o Instagram.

Sem muita cerimônia, você faz sua foto, aplica um filtro e posta. Principalmente quando o fim de semana anda meio chato e surge a necessidade de sentir um afago ou um elogio de alguém que não vai cobrar nada em troca depois. 

Essa é a fórmula do Instagram. Nada mais.

Mas é só isso?

Bem Sim. E não.

Claro que talvez alguns perfis de fotógrafos famosos - dos quais você pode seguir tranquilamente - tenham sidos negociados pra dar uma força na popularidade do bichinho.  

Claro que talvez perfis de fotógrafos "amadores" recheados de lindas imagens que podem servir como referência para você - já que os mesmos tinham mais de 2 mil seguidores dias após o lançamento do aplicativo - poderiam incentivar o uso.

Claro que houve muita gente talentosa vendendo a idiea do aplicativo para investidores.

Interação com o Facebook para também popularizar o aplicativo. 

Um produto free, ou seja, acessível para qualquer um que tivesse um iPhone. E que olha que coisa, vende suas informações e, hoje, vende imagens que você coloca lá.

E, por último, o conceito de exclusividade. Uma rede social para fotógrafos exclusiva só para usuários de dispositivos Apple, na época do lançamento do iPhone 4 e do iPad que estavam enlouquecendo as pessoas.

Teve timing, teve vendas, teve marketing, teve investidor, teve tecnologia e uma época convergindo para startups de tecnologia. 
  

Sensação de exclusividade 

De novo, necessidade de se sentir importante. É justamente o que os produtos Apple mais exploram em seus consumidores. 

Quem é "macmaníaco" se sente diferente dos demais, como já mencionado neste post aqui.

Outra coisa que o conceito de exclusividade gera: curiosidade.

Quem não tinha um iPhone não participava. Foi a mesma estratégia utilizada pelo Orkut, no início de sua vida digital, quando era preciso ser convidado a participar.

Fazer parte da elite, de um grupo selecionado de pessoas, ter um pouco mais de poder do que outros é algo que habita o imaginário das pessoas. E é algo que gera movimento.

Confira nos infográficos abaixo o movimento do Instagram desde a fundação da sua pequena sede.





terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

7 lições que podemos aprender com os erros da RIM Blackberry





Antes de todo o forfé causado primeiro pelo iPhone e os seus concorrentes de mudar o mercado de smartphones com seus aplicativos e a praticidade em aquisição de conteúdo por preços irrisórios, quem dominava o mercado era o famoso Blackberry da fabricante Research In Motion, ou RIM.

Ele era charmoso, tinha um teclado físico legal, ficava portentoso nas mãos de executivos, empresários e outros profissionais de terno, gravata e gel no cabelo. Talvez um paletózinho também. 

Era sinônimo de status. Ahhh o status. Esse meninão é cara de pau.

Hoje, infelizmente, a RIM perde mercado a cada dia e seu Blackberry, antes imponente e soberano, está virando até mesmo motivo de chacota para alguns. Talvez velharia para outros.

O que aconteceu? Por que a RIM despencou a esse ponto? Só por causa do iPhone?

Mais ou menos. Foram mais 3 coisas: Estratégias ineficazes, erros básicos e marketing 
ruim.

Ué, assim como muitos fabricantes de smartphones e tablets, certo? Qual a diferença então?

A diferença é que foram erros demais em um curto período.

E, como ja diz o ditado: "sábio é aquele que aprende com os erros dos outros", vamos aprender com os erros da RIM.

Olha só:


1. Atualize o produto

No início, o Blackberry ganhou mercado pela força do marketing boca a boca. Era um dos únicos celulares com acesso ao seu e-mail de uma forma prática e funcional.

Mas o tempo passou. 

Vieram o iPhone e o Android, cheios de aplicativos, acesso à internet com navegadores, e um milhão de apetrechos. 

A cada ano, iPhones e Androids ganham atualizações e novos recursos. 

O mesmo não aconteceu com o Blackberry.

Um dos aspectos de um bom marketing é ter um excelente produto ou serviço. Se você não tem um produto bom, seu marketing, por melhor que seja, trará pouco retorno.

Há casos também em que o produto é excelente, mas o marketing é péssimo.

Ou seja, uma coisa depende da outra. A lição que fica é atualize seu produto e recicle seu marketing.

2. Foque nos pontos fortes, não nas fraquezas

O ponto forte da RIM era exatamente o Blackberry. Mas a empresa congelou o desenvolvimento do Blackberry durante um ano para concentrar esforços no fraco tablet Playbook. 

O ponto forte foi abandonado pela empresa e todo o estudo, pesquisas, investimento e inovação foram direcionados para o Playbook.

O que acontece é que, logo após o lançamento do iPad, a RIM tentou abocanhar a fatia dos tablets e negligenciou um mercado do qual eles já tinham grande presença.

E o que acontece quando você negligencia o poder?

Outros o tomam.

O resultado foi que o iPad dominou o mercado de tablets e chamou ainda mais atenção do consumidor para i iPhone. Sacastes?

Não importa qual seu negócio. Se o seu foco está em melhorar seus pontos fracos, seus pontos fortes vão atrofiar por falta de aprimoramento.

Identifique suas forças. Quais são elas? Produtos? Serviços? Bons contatos? Ótimo conhecimento técnico da equipe? 

Identifique-o, foque nele, desenvolva-o, aprimore-o, seja especialista, o melhor.

Seja o único capaz de fazer o que você faz de melhor, ainda melhor. Dessa forma você se sobressai e suas fraquezas se tornam insignificantes.

3. Se você parar para tomar fôlego, vão te ultrapassar

Além de parar de aprimorar o Blackberry, a RIM também parou de se vender. O foco no Playbook foi tão grande que a RIM parou de se comunicar com seus consumidores.

Aqui entra aquela a frase: “quem é vivo sempre aparece”. Se você não aparece, as pessoas se esquecem de você. Por quê? Por que elas são esquecidas? Tem memória fraca? São umas pospostas ingratas? 

Não. 

Porque a concorrência é agressiva. A concorrência entra de sola, chutando a porta. Eles também estão querendo a atenção dos seus consumidores. 

Seus consumidores são bombardeados por milhares de mensagens concorrentes todos os dias.

Você conseguiu chamar a atenção deles uma vez? Cuide com carinho. O preço de negligenciar sua comunicação com seus clientes é o mesmo de negligenciar flores para sua namorada: você acaba sozinho.    

4. Saiba exatamente quem e como são seus clientes

É impossível fazer seu marketing se você não conhece muito bem quem são seus consumidores. 

A mensagem, o design, os meios, o mote, o conceito, a marca, sua assessoria de imprensa e relações públicas mudam completamente. Saiba quem são eles e concentre seus esforços em atingir seu público da maneira mais adequada.


5. Você dá o tom do seu marketing

Fato: ninguém conhece melhor o seu produto do que você mesmo. O que você disser sobre o seu produto, será repetido pela sua equipe, o que você disser sobre o seu produto para sua assessoria de imprensa, será o que as pessoas vão ler sobre eles nas revistas e jornais.

Use as palavras que você quer atreladas ao seu produto desde a primeira menção sobre ele, dentro das salas de brainstorming, nas apresentações para a equipe de vendas.

Por mais que você uma boa agência de publicidade ou marketing, ainda será um serviço terceirizado. 

O que você disser sobre o seu produto, será anotado por eles e serão essas as palavras que estarão nos seus materiais de divulgação.

Sempre que mencionar seu produto, utilize as palavras e o tom que você quer que as pessoas se lembrem dele.

Você define, você é o criador do produto, você é o fundador da empresa, você é o líder.

6. Evite Erros básicos

A maioria dos erros é completamente evitável se houver o mínimo de planejamento. Esses erros, cometidos pela RIM foram:

-Parar voluntariamente de focar num produto bom, do qual você tem know-how, para focar num produto do qual você não tem experiência para tentar aproveitar uma fatia de um novo mercado que certamente você desconhece;

-Não conseguir identificar quem é o seu cliente;

-Parar de se vender e abrir brechas para concorrentes agressivos;

-Aumento de preço muito acima do esperado;

-Longo período sem dar nenhum retorno para clientes insatisfeitos;

-Um argumento fraco e sem estudo quando você resolve dar algum retorno para seus clientes sobre os problemas que você está tendo;

Erros básicos não acontecem ao acaso por uma força maior externa invisível aos olhos. Esses erros são cometidos pela própria empresa. 

A RIM colheu o que plantou. 

Evite erros básicos por motivos de força maior. Antecipe-se, foque nos seus pontos fortes, considere possíveis problemas de antemão.

7. Converse com seus clientes regularmente

Converse, converse, converse. Eu sempre insisto nisso. E as pessoas parecem não entender bem o que eu quero dizer ou acham que isso é desculpa para ir viajar as custas da empresa.

O cliente quer ser ouvido. Ele quer reclamar, ele quer elogiar. Ele só precisa de uma oportunidade de falar com alguém cara a cara. Ouça-os.

Não interessa se você concorda com eles ou não. Não interessa se eles não têm conhecimento técnico ou não. Ouça-os.

Não é preciso mudar e fazer tudo que pedem. Mas ouça as percepções dele em relação aos seus serviços.

Pesquisas qualitativas presenciais regulares podem ajudar a tomar decisões mais acertadas e evitar cometer aqueles erros básicos comentados acima.

Se você não escuta seus clientes, você estará apenas fazendo suposições ao tomar decisões e isso não é lá uma forma inteligente de decidir seus próximos passos.   

Cometi esses erros. O que eu faço?

Comece ouvindo seus clientes. Clientes reconhecem quando você está querendo melhorar. E eles vão te ajudar.

E sim, vai demorar. Portanto tenha foco e não desista, já que, segundo Norman Vincent Peale, é sempre muito cedo para isso.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O fim da Grooveshark




Bem, é isso. 

É o fim da Grooveshark, como você pode perceber ao acessar o site deles.

Temos que reconhecer que a Grooveshark tentou. Ela começou bem, com um visual agradável e ótima maneira de escolher músicas, mas escorregou em várias coisas: 

A primeira delas foi ter criado um site inteiro em Flash. Aquele mesmo moribundo que não funciona em muitos dispositivos móveis. Mas reconheceu o erro. uns dois anos depois e refez todo seu projeto em Html 5.

Outra coisa que fez: direta ou indiretamente passou a concorrer com o iTunes. Na mesma época em que o itunes começou a ganhar muita força: lançamento do iPhone 4 e do iPad.

E contrariou algumas gravadoras, quebrando contratos. A partir daí foram processos atrás de processos até finalmente fecharem as portas em maio de 2015.

Mais uma vez as mudanças com a passagem to tempo são inevitáveis, imperdoáveis e podem ser um dos motivos que faz com que seu negócio não vá para frente portanto não tome nada como definitivo e não subestime o poder das pequenas coisas. 

Porque, né, convenhamos, um smartphone pode ter menos do que 15 centímetros de altura e um smarwatch pode ser menor ainda.

domingo, 1 de janeiro de 2012

As 6 regras para o sucesso

As 6 regras para o sucesso, por Arnold Schwarzenegger. Ignore as legendas. : )