Co-fundada pelo brasileiro conhecido como Mike Krieger, na Califórnia, o Instagram é minimalista.
Conhecida como “rede social dos fotógrafos”, começou restrita aos usuários de iPhone no segundo semestre de 2010.
Conhecida como “rede social dos fotógrafos”, começou restrita aos usuários de iPhone no segundo semestre de 2010.
Foi originalmente desenvolvido com foco nas imagens feitas com a câmera do seu aparelho, ali, naquele instante em que você se prepara para comer um prato exótico ou simplesmente porque o dia fechou com um bonito por do sol depois de uma chuva rápida.
Certo e daí?
Bem, e daí que recentemente o Instagram foi vendido para o Facebook em 2012 por aproximadamente 1 bilhão de dólares.
E isso aconteceu em pouco menos de 2 anos desde o seu lançamento.
Teoricamente impossível, segundo teorias de administração, que pregam a ideia de que um negócio leva de 2 a 5 anos para começar a dar algum retorno.
O Instagram foi lançado em novembro de 2010.
Não pode ser. Aí tem coisa. Bem, tem mesmo.
Tem algo chamado tecnologia, simplicidade e nicho específico.
A estratégia é tão simples e evidente que fica difícil entender como tudo aconteceu tão rápido.
O que eles fizeram, afinal?
Praticamente focaram num nicho do qual muitos desprezaram: Câmeras de smartphones de 3 megapixels, no máximo.
Algo direcionado a fotografia amadora. Talvez um pouco de Lomografia.
"Que lixo, não vai pegar. É específico demais" diria você.
"Legalzinho, mas câmera de smartphone é muito fraca. Nâo vejo muito sentido em aplicar efeitos em fotos com baixa resolução."
Bem, entendo, mas acredito que a coisa não seja tão técnica assim.
Existe algo em todo ser humano que está diretamente ligado ao seu desejo de aceitação perante outras pessoas que, por sua vez, está diretamente ligado à sua necessidade de exposição, que, por sua vez está diretamente ligada à vida solitária e frenética das grandes e, hoje, das cidades não tão grandes assim.
As pessoas levam uma vida tão agitada e descartável que o prático, fácil, traz satisfação momentânea e afaga a carência afetiva acaba se tornando bastante aceito.
Foi o que aconteceu com o Facebook. E o que acontece com o Instagram.
Sem muita cerimônia, você faz sua foto, aplica um filtro e posta. Principalmente quando o fim de semana anda meio chato e surge a necessidade de sentir um afago ou um elogio de alguém que não vai cobrar nada em troca depois.
Essa é a fórmula do Instagram. Nada mais.
Mas é só isso?
Bem Sim. E não.
Claro que talvez alguns perfis de fotógrafos famosos - dos quais você pode seguir tranquilamente - tenham sidos negociados pra dar uma força na popularidade do bichinho.
Claro que talvez perfis de fotógrafos "amadores" recheados de lindas imagens que podem servir como referência para você - já que os mesmos tinham mais de 2 mil seguidores dias após o lançamento do aplicativo - poderiam incentivar o uso.
Claro que houve muita gente talentosa vendendo a idiea do aplicativo para investidores.
Interação com o Facebook para também popularizar o aplicativo.
Um produto free, ou seja, acessível para qualquer um que tivesse um iPhone. E que olha que coisa, vende suas informações e, hoje, vende imagens que você coloca lá.
E, por último, o conceito de exclusividade. Uma rede social para fotógrafos exclusiva só para usuários de dispositivos Apple, na época do lançamento do iPhone 4 e do iPad que estavam enlouquecendo as pessoas.
Teve timing, teve vendas, teve marketing, teve investidor, teve tecnologia e uma época convergindo para startups de tecnologia.
Sensação de exclusividade
De novo, necessidade de se sentir importante. É justamente o que os produtos Apple mais exploram em seus consumidores.
Quem é "macmaníaco" se sente diferente dos demais, como já mencionado neste post aqui.
Outra coisa que o conceito de exclusividade gera: curiosidade.
Quem não tinha um iPhone não participava. Foi a mesma estratégia utilizada pelo Orkut, no início de sua vida digital, quando era preciso ser convidado a participar.
Fazer parte da elite, de um grupo selecionado de pessoas, ter um pouco mais de poder do que outros é algo que habita o imaginário das pessoas. E é algo que gera movimento.
Confira nos infográficos abaixo o movimento do Instagram desde a fundação da sua pequena sede.
Tem algo chamado tecnologia, simplicidade e nicho específico.
A estratégia é tão simples e evidente que fica difícil entender como tudo aconteceu tão rápido.
O que eles fizeram, afinal?
Praticamente focaram num nicho do qual muitos desprezaram: Câmeras de smartphones de 3 megapixels, no máximo.
Algo direcionado a fotografia amadora. Talvez um pouco de Lomografia.
"Que lixo, não vai pegar. É específico demais" diria você.
"Legalzinho, mas câmera de smartphone é muito fraca. Nâo vejo muito sentido em aplicar efeitos em fotos com baixa resolução."
Bem, entendo, mas acredito que a coisa não seja tão técnica assim.
Existe algo em todo ser humano que está diretamente ligado ao seu desejo de aceitação perante outras pessoas que, por sua vez, está diretamente ligado à sua necessidade de exposição, que, por sua vez está diretamente ligada à vida solitária e frenética das grandes e, hoje, das cidades não tão grandes assim.
As pessoas levam uma vida tão agitada e descartável que o prático, fácil, traz satisfação momentânea e afaga a carência afetiva acaba se tornando bastante aceito.
Foi o que aconteceu com o Facebook. E o que acontece com o Instagram.
Sem muita cerimônia, você faz sua foto, aplica um filtro e posta. Principalmente quando o fim de semana anda meio chato e surge a necessidade de sentir um afago ou um elogio de alguém que não vai cobrar nada em troca depois.
Essa é a fórmula do Instagram. Nada mais.
Mas é só isso?
Bem Sim. E não.
Claro que talvez alguns perfis de fotógrafos famosos - dos quais você pode seguir tranquilamente - tenham sidos negociados pra dar uma força na popularidade do bichinho.
Claro que talvez perfis de fotógrafos "amadores" recheados de lindas imagens que podem servir como referência para você - já que os mesmos tinham mais de 2 mil seguidores dias após o lançamento do aplicativo - poderiam incentivar o uso.
Claro que houve muita gente talentosa vendendo a idiea do aplicativo para investidores.
Interação com o Facebook para também popularizar o aplicativo.
Um produto free, ou seja, acessível para qualquer um que tivesse um iPhone. E que olha que coisa, vende suas informações e, hoje, vende imagens que você coloca lá.
E, por último, o conceito de exclusividade. Uma rede social para fotógrafos exclusiva só para usuários de dispositivos Apple, na época do lançamento do iPhone 4 e do iPad que estavam enlouquecendo as pessoas.
Teve timing, teve vendas, teve marketing, teve investidor, teve tecnologia e uma época convergindo para startups de tecnologia.
Sensação de exclusividade
De novo, necessidade de se sentir importante. É justamente o que os produtos Apple mais exploram em seus consumidores.
Quem é "macmaníaco" se sente diferente dos demais, como já mencionado neste post aqui.
Outra coisa que o conceito de exclusividade gera: curiosidade.
Quem não tinha um iPhone não participava. Foi a mesma estratégia utilizada pelo Orkut, no início de sua vida digital, quando era preciso ser convidado a participar.
Fazer parte da elite, de um grupo selecionado de pessoas, ter um pouco mais de poder do que outros é algo que habita o imaginário das pessoas. E é algo que gera movimento.
Confira nos infográficos abaixo o movimento do Instagram desde a fundação da sua pequena sede.



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